O essencial

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Geralmente ouço comentários do tipo: “nossa, você é muito mais simples do que eu imaginava”, “quanta futilidade nesse universo da moda, né?”, “você vai gongar meu look?” ou simplesmente identifico aquele olhar de superioridade, em relação à minha qualidade de blogueira fútil e desmiolada…                                                                                                                                                                    Confesso que no início isso me incomodava bastante, mas hoje, posso falar? Nem ligo mais, depois de muitas reflexões acerca de tudo que o realmente importa nessa vida, cheguei a algumas conclusões, sobre as quais discorro nesse post:                                                                                                             Primeiro: nunca fui o tipo de pessoa que precisava provar coisa alguma a ninguém, na verdade, fui exatamente o oposto disso (leia-se rebelde), rssssssss e agora, que tô “velha de guerra”, faço questão de fazer, cada dia mais, o que quero e o que gosto, afinal, pago as minhas contas e pronto! Na verdade, já ouvi críticas muito doloridas sobre o modo “inapropriado” como me vestia, em função da minha idade ou sobre como algumas partes do meu corpo estavam fora de forma e blá, blá, blá…Ouvi, processei e superei, simples assim! Me cuido, me valorizo e gosto da minha aparência, durma com isso.
Segundo: na intimidade, sei exatamente o que é essencial à minha felicidade e não tem nada a ver com looks perfeitos, elogios, guerra de vaidades ou roupas caríssimas…Cada vez mais, valorizo os momentos que passo com minha mãezinha, os cafés prolongados com as amigas, os livros degustados na calada da noite, as refeições deliciosas na casa da mana, o beijo do marido, o abraço apertado da minha filha, as risadas do Gabriel…Enfim, o clichê “o essencial é invisível aos olhos” nunca fez tanto sentido pra mim…
Terceiro:  sei exatamente quem sou, o quanto já estudei e continuo estudando, mas, sei também que quanto mais aprendo, menos sei e depois de conviver um tempo entre mestres e doutores, você percebe o quanto o seu conhecimento é irrisório…Quando somos muito jovens temos a pachorra de pensar que sabemos tudo, hoje, sei que nada sei! Conhecimento é uma coisa muiiiito diferente de sabedoria, só o tempo e suas agruras nos traz sabedoria, limita a nossa vaidade e traz a serenidade necessária para lidarmos com nossos egos..
Parágrafo final: os meus defeitos fazem parte do que sou, como por exemplo, minha irritação de manhã, minha falta de paciência com certas situações e pessoas, tpm, preguiça e muitos outros…Mas, também me forçam a querer ser uma pessoa melhor, a tentar perdoar (difícil), a buscar na espiritualidade forças para me calar e aquietar-me quando, na verdade, quero vomitar as minhas verdades…!  Aprender, esse é o verbo a ser conjugado sempre e pra sempre na minha vida e tomara que seja pelo amor!

Beijos,

Nena.

Elaine Carvalho

Em busca de tudo que me instigue, revele ou traduza...Seja um livro, uma canção ou o look mais lindo da vida, "hoje"... "Eu, caçador de mim.."

There are 1 Comments

  • lucia says:

    Enrrenska!!! More coments aren’t necessaires!

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